Levanto e tudo torpe. A vida, e minha ausência de saco. Planinhos maravilhosos em miami. Bolsinhas falsificadas pra comprar, cigarrinhos suspeitos e pozinhos mágicos. Justo eu que não fumo, cheirando justamente você. Cheiro de macho. Fico perversa. Não pediu a verdade, meu bem?! Esquece a Dilma, cinco minutos. Deixa o Brasil se virar, vai. Cinco, só cinco. Quinze, rs. Continua preocupado? Tenso? Continua aflito com todas as desigualdades e malícias e torturas, continua exausto de todas essas tentativas utópicas de salvação? Continue. Siga em frente, pense em tudo isso enquanto eu abro seu zíper. Teje avisado, meu lado obscuro é mais corrupto que o passado de qualquer partido, e meu propósito único é: dominar você.
E agora, cale essa mente e tampe essa boca, que vou brincar um pouquinho. É um parque, moço. Mil loucuras e brinquedos, qual cê quer? A gente voa, vem que eu te ensino. Isso mesmo, eu, esses peitinhos sensíveis e esse quadril majestoso. Eu amô, eu mulher. E a minha buceta úmida. O poder da minha língua te oprime? Vem, pode ser divertido gozar de vítima, vem ser frágil, teu machismo dependente da saliva dos meus lábios. Te mordo? Te cravo os dentes e gargalho na tua dor, que chupar o próprio pau tu ainda não consegue. Todo cheio de si, todo peludinho e seguro no mundo, todo cotista ancestral e babaquinha bacanudo. Todo exposto e plenamente vulnerável: mordidas doídas de sangue. Mas, calma...Te chupo, que quem ama, chupa. E amo teu Y. Amo teu cheiro de nojo e tua face áspera. Amo tuas mãos, nossa, como amo tuas mãos...Nossa. Que maldição maldita te olhar nos olhos e gozar só no teu semblante de prazer. Menino, é assim que se existe. Carinho, entende? Fecho os olhos e esqueço tudo isso, esqueço a briga e só te toco com o céu da língua. Teu pau me acalma como se Deus tivesse feito algo pra me completar no mundo. Algo, ouviu? E não alguém... Um pedaço reinventando minha anatomia. Fica aqui comigo tentando concertar isso de me amar, de te amar, isso sobre amor e guerra e luta e enquanto você geme, te beijo a nuca e os olhos. Te beijo a cabeça e levanto. Te beijo os cabelos e levanto. Te beijo o desejo e levanto. E sigo. E sigo meus instintos hormonais e vou embora sem carinho, sem resposta. Caminho lá sem muita consideração, que essa puta que te pariu não merece brincar de espasmos.
Um sorriso de canto,
boqueteira imaginária,
teu prazer sou eu.
Quem te freia o mundo, a fome e o Brasil, amor.
Gozo sozinha.
Eu sou a cura,
e só de capricho tranquei tua paz na minha boca.
Lide.
Porra! - Já que aqui não precisa de pudores - Meu corpo pode acender, só de ler, só de pensar. Imagens correram e enlouqueceram, a esta solitária que esta a falar.... <3
ResponderExcluirDescreves esta doce e ardida amostra como mostra fosse de seu total pudor e sensualidade. Grande.
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